5 grandes mistérios astronômicos da Via Láctea ainda não solucionados

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Poderiam misteriosas mensagens de rádio provenientes do centro da Via Láctea serem enviadas por vida alienígena?

Rápidas Explosões de Rádio (SBRF) ocorrem e duram alguns milésimos de segundo, e a primeira foi detectada em 2007, mas apenas outras poucas foram detectados desde então. Em abril de 2014, a mais recente descoberta foi feita, mas ainda não há qualquer explicação. Teorias variam desde "colisões de estrelas de nêutrons" até "sinais alienígenas". Continue lendo e descubra os mistérios não resolvidos da nossa galáxia, a Via Láctea.

5 - Nebulosa do Caranguejo

Um remanescente de uma supernova com 11 anos-luz de diâmetro, a Nebulosa do Caranguejo só parecia um caranguejo para alguém que a observava em 1840, cujo telescópio era pequeno demais para observá-la de forma adequada. Entre os anos de 2007 e 2010, os astrônomos de todo o mundo detectaram três poderosas explosões de raios gama, com nenhuma mudança em outros comprimentos de onda, e isso se tornou um "mistério real". Estas erupções inexplicáveis ​​foram as primeiras vistas em uma nebulosa e eram cinco vezes mais intensas do que qualquer outra já observada, e o mecanismo por trás da grande aceleração ainda é um grande mistério. Alguns dizem que é devido à reorganização repentina de campos magnéticos ao redor do Pulsar do Caranguejo, a estrela de nêutrons no centro da nebulosa.




4 - Eta Carinae

O brilho da Eta Carinae aumentou até se tornar a segunda estrela mais brilhante vista da Terra em 1838, e este evento em particular foi chamado de "grande erupção." A principal causa foi a Eta Carinae perder 14% de sua massa, equivalente a 10 massas do nosso Sol. A principal teoria era que a massa foi arremessada pelos ventos estelares, mas uma análise da luz das estrelas poderia ajudar a confirmar essa idéia, mas isso era impossível, já que a espectroscopia ainda estava em sua infância na década de 1840. Atualmente, os astrônomos foram capazes de encontrar os raios da erupção que tinha ocorrido, e a conclusão foi de que a "grande erupção" tinha chegado a cerca de 4.725°C , muito frio para a teoria do vento estelar. Isso sugere que o aumento de brilho da Eta Carinae foi um evento único.

3 - Primas do Sol

Acredite ou não, cerca de 1/3 das estrelas semelhantes ao Sol têm períodos de luminosidade que variam ao longo do ano, à medida que se aproximam do fim de suas vidas. A astrônoma Christine Nicholls do Observatório Mount Stromlo, na Austrália, diz: "Todas as possíveis explicações para esse comportamento incomum falharam". A equipe de Christine monitorou 58 estrelas durante 2.5 anos, e o que descobriram foram variações de pulsares estelares, em que as estrelas crescem e encolhem. No entanto, essa hipótese foi descartada juntamente com a possibilidade de que as estrelas estavam em sistemas binários...

2 - Epsilon Aurigae

Apesar de toda a tecnologia de hoje, ainda existem muitas perguntas quando o assunto é "o eclipse da estrela Epsilon Aurigae", que ocorre uma vez a cada 27 anos, deixando a escura por 18 meses. As teorias vão desde buracos negros até grandes estrelas, porém, as observações do eclipse mais recente, que começou em 2009, sugerem um sistema binário com uma estrela que está morrendo, e a outra estrela está cercada por um disco gigante de material. O disco em sí é feito de partículas do tamanho de cascalhos, e esses destroços que formam esse disco são normalmente encontrados em sistemas muito mais jovens.

1 - Estrela do Norte

Além de ser a estrela que representa o Polo Norte Celeste, a Estrela do Norte, ou Polaris, tem muitos mistérios a serem revelados. Por exemplo, os pesquisadores descobriram que Polaris está ficando muito mais brilhante desde o último século, e algumas estimativas sugerem que esse brilho aumentou cerca de 4,6 vezes desde quando os observadores a enxergavam no céu nos tempos mais remotos. Porém, a questão sem solução mais urgente é o quão longe a estrela realmente está. As medições da década de 1990 nos dão uma distância de aproximadamente 434 anos-luz. Medições mais recentes feitas com métodos diferentes têm sugerido que a estrela Polaris está mais de 100 anos-luz mais próxima do que se previa. Outro fato curioso é que no ano de 3.000, Polaris não será mais a Estrela do Norte, e quem irá ocupar o seu lugar será a Gamma Cephei.




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