Estudos comprovam que ftalatos afeminam crianças do sexo masculino

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ftalatos perigo

De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Rochester, nos EUA, alguns tipos de compostos químicos chamados "ftalatos" interferem no desenvolvimento do cérebro e bloqueia a ação do hormônio masculino testosterona nos bebês.

Essa alteração hormonal forçada nas crianças do sexo masculino faz com que os meninos desenvolvam traços afeminados.

crianças brincando

Não ficou comprovada nenhuma relação direta com as diferenças sexuais no cérebro e no comportamento, porém existem suspeitas de que eles podem estar associados. O que se sabe até o momento é que alguns ftalatos prejudicam drasticamente o desenvolvimento e a saúde das crianças, principalmente do sexo masculino.




Eles verificaram que a presença dos ftalatos DEHP e DBP alteraram o comportamento das crianças por conta da falta de hormônio masculino. Os meninos que receberam grandes doses de ftalatos apresentaram comportamentos mais delicados e afeminados.

Em testes anteriores, Swan afirma ainda que houveram casos de crianças que nasceram com anomalias genitais por conta de doses excessivas de alguns ftalatos. E pra ficar ainda pior, outros estudos apontam que os ftalatos podem afetar rins, pulmões e até serem cancerígenos. Alguns compostos, além de bloquear a ação do hormônio masculino, ainda tem o poder de simular os efeitos do hormônio feminino.

Onde encontramos os ftalatos?

Existem diversos tipos de ftalatos, e a maioria deles é seguro, porém, os tipos DEHP e o DBP, usados geralmente em materiais como PVC, pisos, colas, corantes, tecidos, e no Brasil, eles estão presentes em chupetas, mamadeiras, brinquedos de crianças e materiais escolares.

brinquedos de plástico tóxicos
Os ftalatos que são prejudiciais a saúde já foram banidos em todos os países da União Européia e nos EUA. Quando um produto contém as frases: livre de PVC, sem DEHP, ou free HDPE em sua embalagem, indica que ele não possui os ftalatos danosos à saúde.

No Brasil, desde 2009, são limitadas as concentrações de ftalatos e seus derivados em 1%, segundo resolução da ANVISA. O INMETRO também possui uma portaria que não permite um valor maior do que 0,1% de ftalatos em brinquedos de crianças. Ainda estão em andamento dois projetos de lei que visam a proibição de ftalatos em aparatos médicos (Projeto de Lei 3221/12) e em produtos infantis (Projeto de Lei 3222/12).




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