Mistério do 'rosto na Lua' é finalmente desvendado por cientistas


Mistério do 'rosto na Lua' é finalmente desvendado por cientistas - Capa

Já faz muito tempo que as pessoas notaram que nosso satélite natural parece ter um "rosto" (difuso, é verdade...), que ficou conhecido como "Rosto na Lua", ou "Homem na Lua".

Sim, o tal rosto pode até ser facilmente identificado, mas explicar essa formação sempre foi uma missão difícil, que até pouco tempo ainda permanecia pouco compreendida pela ciência.




Mas agora pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade Rutgers nos EUA, publicaram um estudo no 'Journal of Geophysical Research' explicando em detalhes essa estranha formação.

Os cientistas descobriram que a imagem que vemos (mais evidente durante a Lua cheia) são na verdade resultado da poeira magnética, proveniente de lava.

De acordo com os especialistas a poeira lunar gerou uma espécie de "redemoinho" na superfície da Lua. Já a forma de rosto é apenas fruto da nossa interpretação, ou seja, é apenas um efeito de pareidolia (aquele fenômeno onde associamos formas aleatórias a rostos ou imagens mais familiares).

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Nasa já estudava esses "redemoinhos" há muito tempo e diversos estudos já foram publicados no passado. Entretanto o processo detalhado de como se originavam tais fenômenos ainda se baseava principalmente em suspeitas.

O estudo também mostrou que os ventos solares (partículas altamente carregadas que são lançadas pelo Sol), atingem a superfície externa da Lua, causando um "branqueamento" gradual ao longo do tempo.

Os cientistas disseram que mapearam os redemoinhos lunares através modelos de computador e encontraram zonas magnéticas estreitas que se alinharam a tubos de lava em antigos túneis subterrâneos, que foram formados durante o passado vulcânico do satélite.

“As áreas que tinham atividade vulcânica mais forte, se tornaram altamente magnéticas em decorrência dos minerais que se desfazem sob temperaturas extremas, liberando ferro. Essa foi a peça final do quebra-cabeça que nos permitiu compreender o magnetismo desses poderosos redemoinhos lunares”, concluiu a coautora do estudo, Sonia Tikoo.





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